Muita gente acha que exame do sono é só para quem ronca. Mas não é bem assim.
Quando o exame costuma ser indicado
O ronco alto é uma das indicações mais comuns, especialmente quando acompanhado de pausas na respiração durante a noite, que muitas vezes quem percebe é o parceiro(a) ou familiar. Mas existem outros sinais que também podem indicar a necessidade do exame:
- Acordar várias vezes durante a madrugada
- Insônia que não melhora com os tratamentos convencionais
- Sensação de que o sono não é reparador, mesmo dormindo o suficiente
- Sonolência excessiva durante o dia
- Dor de cabeça ao acordar
- Movimentação excessiva ou comportamentos anormais durante o sono
Cansaço não é normal, é sinal
Muita gente se acostuma com o cansaço e passa a tratar como algo inevitável. Mas acordar cansado todos os dias ou sentir sono excessivo durante o dia não é normal. Pode ser sinal de um sono de má qualidade, mesmo que a pessoa acredite que dormiu bem.
Nesses casos, o exame ajuda a entender o que está acontecendo durante a noite e a identificar a causa do problema.
O exame do sono tem indicação clínica
É importante deixar claro: o exame do sono não é feito por curiosidade. Ele é solicitado quando existe uma suspeita clínica que justifica a investigação.
Por isso, o primeiro passo é sempre a consulta. É na avaliação médica que se identifica se existe indicação para o exame, e qual tipo de exame é o mais adequado para cada caso, seja a polissonografia realizada na clínica ou a poligrafia domiciliar.
Se você se identificou com algum dos sintomas acima, vale marcar uma consulta para investigar.